Sistemas de IA sob medida José Carlos Amorim — Orquestração Híbrida
José desenhando uma operação à mão, em uma mesa de trabalho iluminada por uma luminária.

Sistemas de IA sob medida.
O desenho começa na sua operação.

Escuto quem faz o trabalho, entendo as decisões e construo uma peça única para aquela empresa. Cada escolha precisa fazer sentido no uso.

José Carlos Amorim — Orquestração Híbrida
Conheça a GIA

02 / Uma peça em operação

MGT · Porto Alegre

GIA.

Da consulta
à próxima decisão.

Na MGT — Maior Ganho Tributário, meu trabalho como engenheiro de produtos com IA ganha forma na GIA. Ela reúne contexto fiscal e comercial para apoiar a equipe na avaliação de oportunidades.

O desenho aproxima a informação da decisão: o consultor consulta, a GIA organiza o contexto e a pessoa escolhe como seguir.

Resultados com a GIA · 90 dias

em honorários gerados
R$ 1 milhão
em créditos identificados para recuperar
+ R$ 4,5 milhões
A entrada

Um CNPJ enviado pelo WhatsApp inicia a consulta, no canal de trabalho do consultor.

O contexto

Informações da empresa reunidas em uma visão que apoia a avaliação comercial.

A decisão

A equipe avalia a oportunidade. O registro no CRM depende de uma ação explícita do consultor.

Como desenho o trabalho
José diante de um laptop, com desenhos e materiais sobre a mesa do ateliê.

03 / As escolhas por trás da peça

Primeiro, entender
o trabalho por dentro.

Onde o trabalho trava? O que uma boa entrega precisa resolver? Começo por quem vive essas perguntas todos os dias.

  1. 01

    Ouvir quem opera

    Entender a rotina, o conhecimento da equipe e as decisões que exigem cuidado. Definir o que precisa melhorar.

  2. 02

    Escolher o que construir

    Uma ferramenta pronta pode fazer parte do desenho. Construo o que a operação exige de específico.

  3. 03

    Acompanhar o uso

    Observar o que funciona, onde há retrabalho e quais ajustes tornam a peça útil para quem depende dela.

Como o trabalho ganha continuidade

04 / Continuidade

O trabalho continua
de uma tarefa à outra.

Contexto, memória e ferramentas permitem dar continuidade ao trabalho. No sistema, essa continuidade é compartilhada entre pessoas e agentes.

Ferramenta: uma pergunta à IA sem memória. Teammate: troca com agente em um espaço de memória e ferramentas. Sistema: pessoas, canais e agentes com memória compartilhada.
Como uma entrega passa adiante

05 / A passagem de trabalho

Quem recebe precisa
saber como seguir.

Defino o que o agente recebe, o que deve entregar e quando precisa devolver a decisão a uma pessoa.

Essa passagem, o handoff, reúne o trabalho feito, os critérios de avaliação e a próxima ação. O registro permite retomar uma decisão e corrigir o caminho.

O agente executa.A pessoa decide.O sistema registra.
O humano define intenção e contexto. O agente executa, busca e verifica, e entrega para julgamento humano. A memória compartilhada registra execução, aprovação, histórico, regras e métricas e devolve feedback.
Onde entra o julgamento humano
José com um grupo de pessoas em uma visita ao Google.

06 / Critério e responsabilidade

O critério continua
com quem responde.

Quem conhece a empresa reconhece quando uma resposta faz sentido, quando falta contexto e quando é preciso parar.

Desenho o sistema para aliviar a repetição e dar às pessoas condições de avaliar o que merece sua atenção.

  1. 01

    A direção

    O que precisa mudar, por que isso importa e como reconhecer uma boa entrega.

  2. 02

    O contexto

    O histórico, os acordos e os limites que precisam acompanhar cada decisão.

  3. 03

    A exceção

    O caso que foge da regra precisa chegar a quem tem repertório para julgá-lo.

  4. 04

    A responsabilidade

    Quem aprova, quem pode corrigir e quem responde pelo que chega ao cliente.

Quem está por trás
José de jaqueta vermelha, diante de um ateliê iluminado ao entardecer.

07 / Autoria e compromisso

Roupa de nerd.
Trabalho de empresário.

Sou José Carlos Amorim, o Zé. Empresário e engenheiro de produtos com IA. Meu lugar é perto de quem decide e de quem faz o trabalho acontecer.

Passei cerca de uma década no jornalismo e trabalhei com experiências de aprendizagem. Desse caminho trouxe a escuta, a investigação e o cuidado de tornar o complexo compreensível. Hoje, esse repertório orienta o que construo.

Minha atuação profissional é exclusiva na MGT, em Porto Alegre. Escolhi essa relação pela afinidade com inovação, exclusividade e alto valor. O Agentflix é minha construção própria.

Cenas de uma imersão no Vale do Silício.
Conheça meu projeto próprio

08 / Agentflix · Projeto próprio

Acesse o Agentflix

Conhecimento para pessoas.
Contexto para agentes.

No Agentflix, o mesmo acervo atende a dois públicos: pessoas leem e assistem; agentes acessam conteúdo estruturado para aprender métodos e aplicá-los. É minha plataforma de consumo híbrido: B2C e Business to Agent, o B2A.

Acompanhe as próximas construções
José Carlos Amorim no campus de Berkeley.

09 / Bastidores e próximas conversas

As escolhas continuam
nos bastidores.

Compartilho o que aprendo construindo: decisões, ajustes e perguntas que surgem no uso. Para acompanhar esse trabalho e trocar ideias, a conversa continua por aqui.

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Hoje, dedico minha atuação profissional à MGT — Maior Ganho Tributário.

José Carlos Amorim — Orquestração Híbrida

Florianópolis, SC Retrato: Berkeley · Abril de 2026

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